Ó estirpes que se extinguem da beleza

Que a mãe Natureza ao homem deu!

Vemos hoje que a própria Natureza

Está quase destruída e se perdeu!

 

E o homem, ambicioso e com frieza,

Quer mais e muito mais em cada dia:

Destrói cada vez mais esta beleza

Buscando tostões na tecnologia!

 

Lembremos a paisagem, outrora linda;

Hoje terra de cinzas, tão queimada!

No ar... o oxigénio quase finda…

 

E se a destruição continuar ainda

No ritmo que leva, acelerada…

Do homem-suicida... resta nada!

 

                Fernando Reis Costa

 

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